O Festival Los Improvisadores prossegue hoje com bastante atividade.

Começamos à tarde com o espetáculo Teatruras do Impromadrid, da Espanha.

Ignacio López, Ignacio Soriano e Jorge Rueda são desafiados pelo Senhor Teatro a mostrarem que tem condições de frequentar aquele espaço. Para isso, tem que passar por provas que ajudam didaticamente o público a conhecer quais são os elementos importantes que compõem um espetáculo de teatro: cenário, luz, personagens, estilos são algumas das cenas propostas cada uma delas, construídas por plataformas pedidas ao público.

No espetáculo, um telão nos apresenta o “Recadero” era chamado para dar explicações e também propor os desafios para os atores.

Contam também com a participação musical do maestro Nacho Mastretta.

Durante o espetáculo a platéia é convidada a participar da peça.

Um espetáculo belíssimo, delicado e com a já conhecida execução impecável do grupo.

Segue-se a noite com o espetáculo Vivo, solo de Marcelo Savignone.

Um cheiro inebriante de Palo Santo (madeira sagrada) e uma música com inspiração parte eletrônica, parte oriental nos convida a adentrar a atmosfera proposta por Marcelo Savignone.

Através de um exercício de extrema concentração e de adentrar-se dentro desse clima que  Marcelo Savignone escolhe uma a uma as máscaras que comporão seus personagens.

Num dado momento, após uma consecutiva viagem por cada um dos seus personagens, construindo estórias baseadas em temas propostos pelo público, Marcelo Savignone abandona sua máscara e mergulha nos seus personagens sobre uma quase penumbra, entrelaçando as estórias e seus personagens.

É um espetáculo de execução impressionante e que nos leva a lugares absolutamente desconhecidos de nós mesmos. Absolutamente inesquecível.

Segue-se a noite, com Stage Time.

Nesse formato se propõe que cada um dos três times, cada time esse composto por jogadores distintos de cada país, iniciem uma cena, que a qualquer momento pode ser interrompida pelo outro time até que se complete sua estória, dentro de um tempo pré estabelecido.

O espetáculo foi apresentado por Mateus Bianchim.

Equipe 1:

Florian Toperngpong, do Die Kaktussen da Alemanha.

José Luis Saldaña, do Complot Escena do México.

Nico Belmár, do Colectivo Teatral Mamut do Chile.

Pau Farias, do Improcrash da Argentina.

Rhena de Faria, do Jogando no Quintal do Brasil.

Equipe 2:

Charo Lopez, do Improcrash da Argentina.

Ignacio López, do Impromadrid da Espanha.

Mabel Moreno, do La Gata Impro da Colômbia.

Omar Argentino Galván, do Improtour da Argentina.

Omar Medina, do Complot Escena do México.

Equipe 3:

Daniel Orrantia, do La Gata Impro da Colômbia.

Luciano Barreda, do Improcrash da Argentina.

Marcio Ballas, do Jogando no Quintal do Brasil.

Monica Moya, do Colectivo Teatral Mamut do Chile.

Rodrigo Bello, do Improcrash da Argentina.

Amanhã no último dia do Festival, Charla (com Rodrigo Malbán e Frank Totino), Teatruras do Impromadrid, Super Escena do Colectivo Teatral Mamut e encerra-se o festival com o Teatro de Gorilas (com seis diretores de cenas).